23 abril, 2007

Tecnologia assistiva - 2

Adequação Postural

Ter uma postura estável e confortável é fundamental para que se consiga um bom desempenho funcional. Fica difícil a realização de qualquer tarefa quando se está inseguro com relação a possíveis quedas ou sentindo desconforto.
Um projeto de adequação postural diz respeito à seleção de recursos que garantam posturas alinhadas, estáveis e com boa distribuição do peso corporal. Além destes objetivos, a adequação postural buscará também o controle e prevenção de deformidades músculo-esqueléticas, a melhora do tônus postural, a prevenção de úlceras de pressão, a facilitação das funções respiratórias e digestivas e a facilitação de cuidados.
Indivíduos cadeirantes, por passarem grande parte do dia numa mesma posição, serão os grandes beneficiados da prescrição de sistemas especiais de assentos e encostos que levem em consideração suas medidas, peso e flexibilidade ou alterações músculo-esqueléticas existentes.

22 abril, 2007

Dia Mundial da Síndrome de Down



No dia 21 de março de 2007 foi lançada, no Senado Federal, a campanha "Aprendendo com as Diferenças", para marcar o Dia Mundial da Síndrome de Down (21 de março), instituído pela associação Down Syndrome International (DSI). Flávio Arns afirma, na justificativa do projeto, que estímulos e apoio proporcionam aos portadores da síndrome a superação de barreiras sociais, fazendo com que elas interajam como "protagonistas na sociedade, na escola, no trabalho, nos esportes e nas artes". Muito boa a iniciativa, é por aí que venceremos o preconceito e a exclusão...

Tecnologias e Deficiência Mental


A Informática Educativa já é realidade em muitas escolas brasileiras, e os governos têm se preocupado em qualificar professores para realizar o trabalho através das novas tecnologias. Entretanto ainda há um grande “temor” por parte de muitos dos nossos colegas professores em realizar o trabalho pedagógico utilizando as novas tecnologias, e quando se fala no trabalho pedagógico aliado à tecnologia com alunos portadores de necessidades especiais parece que fica ainda mais difícil.
No entanto, quando estudamos sobre Tecnologias e Deficiência Mental, percebemos que a presença do computador, quando fundamentada em um projeto educacional, no dia-a-dia das crianças com Síndrome de Down faz grande diferença, pois oportuniza o enriquecimento de suas possibilidades através de interações diversas que ampliam assim o seu campo cognitivo. Neste sentido tem surgido muitas formas de auxílio que contribuem para proporcionar a ampliação de habilidades às pessoas com deficiência, uma delas é a Tecnologia Assistiva (TA), “Cook e Hussey definem a TA citando o conceito do ADA - American with Disabilities Act, como “uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas funcionais encontrados pelos indivíduos com deficiências” (Cook e Hussey, 1995).”

19 abril, 2007

Alguns Conceitos de DM



Deficiência mental




A deficiência mental refere-se a padrões intelectuais reduzidos, apresentando comprometimentos de nível leve, moderado, severo ou profundo, e inadequação de comportamento adaptativo, tanto menor quanto maior for o grau de comprometimento.

DEFICIÊNCIA MENTAL

Redução permanente da capacidade intelectual que impossibilita de prover à subsistência, à higiene pessoal, de assumir responsabilidades pelos seus actos, que limita na via social, que faz carecer de tutor, de acompanhamento e de vigilância.

DEFICIÊNCIA MENTAL

Considera-se deficiência mental o funcionamento intelectual significativamente inferior á media, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: comunicação, cuidado pessoal, habilidades sociais, utilização dos recursos da comunidade, saúde e segurança, habilidades acadêmicas, lazer e trabalho.
Fonte: Livro “A inserção da Pessoa com Deficiência no Mundo do Trabalho – O resgate de um direito de cidadania” (Lucíola Rodrigues Jaime e José Carlos do Carmo)

16 abril, 2007

CAA - Comunicação Aumentativa e Alternativa


Prancha de comunicação,vocalizador portátil e vocalizador com varredura.

É importante ressaltar que, tanto no “conceito” como na “composição” da TA, de acordo com a legislação norte-americana, encontramos os termos “Recursos” e “Serviços”. Então, objetivando ampliar atividades funcionais de uma pessoa com deficiência, coloca-se a sua disposição um recurso facilitador, um instrumento ou utensílio que especificamente contribuirá no desempenho da tarefa desejada. O serviço de TA auxiliará, a partir da avaliação do usuário, na seleção ou confecção do recurso apropriado, na elaboração de estratégias para um bom desempenho funcional e na aplicação e ensino de utilização do recurso, em prática contextualizada, na tarefa pretendida.
Os serviços de TA poderão ou não ser necessários e comumente envolvem profissionais de áreas como a: terapia ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, educação, psicologia, enfermagem, medicina, engenharia, arquitetura, design e técnicos de muitas outras especialidades.
CAA - Comunicação Aumentativa e Alternativa
Destinada a atender pessoas sem fala ou escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade em falar e/ou escrever. Recursos como as pranchas de comunicação, construídas com simbologia gráfica (BLISS, PCS e outros), letras ou palavras escritas, são utilizados pelo usuário da CAA para expressar suas questões, desejos, sentimentos, entendimentos. A alta tecnologia dos vocalizadores (pranchas com produção de voz) ou o computador com softwares específicos, garantem grande eficiência à função comunicativa.



Tecnologia assistiva- 1





Tecnologia Assistiva - TA é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover Vida Independente e Inclusão.
Num sentido amplo percebemos que a evolução tecnológica caminha na direção de tornar a vida mais fácil. Sem nos apercebermos utilizamos constantemente ferramentas que foram especialmente desenvolvidas para favorecer e simplificar as atividades do cotidiano, como os talheres, canetas, computadores, controle remoto, automóveis, telefones celulares, relógio, enfim, uma interminável lista de recursos, que já está assimilada a nossa rotina e, num senso geral, “são instrumentos que facilitam nosso desempenho em funções pretendidas”.
Para introduzirmos o conceito da TA adaptamos uma citação Mary Pat Radabaugh que diz: “Para as pessoas, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis”.
Cook e Hussey definem a TA citando o conceito do ADA - American with Disabilities Act, como “uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas funcionais encontrados pelos indivíduos com deficiências” (Cook e Hussey, 1995).
A TA deve ser então entendida como um auxílio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência ou pelo envelhecimento.
Podemos dizer que o objetivo maior da TA é proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado e trabalho.

Capturado em 16/04/07 do site: www.cedionline.com.br/artigo_ta.html

12 abril, 2007

Cuidados diferentes para cada deficiência na Escola



Na educação inclusiva não se espera que a pessoa com deficiência se adapte à escola, mas que esta se transforme de forma a possibilitar a inserção daquela.

Tarefas individuais para D.M:

Geralmente os deficientes mentais têm dificuldade para operar as idéias de forma abstrata. Como não há um perfil único, é necessário um acompanhamento individual e contínuo, tanto da família como do corpo médico. As deficiências não podem ser medidas e definidas genericamente. Há que levar em conta a situação atual da pessoa, ou seja, a condição que resulta da interação entre as características do indivíduo e as do ambiente. Informe-se sobre as especificidades e os instrumentos adequados para fazer com que o jovem encontre na escola um ambiente agradável, sem discriminação e capaz de proporcionar um aprendizado efetivo, tanto do ponto de vista educativo quanto do social.

Sugestões:

1- Posicione o aluno nas primeiras carteiras, de forma que você possa estar sempre atento a ele.
2- Estimule o desenvolvimento de habilidades interpessoais e ensine-o a pedir instruções e solicitar ajuda.
3- Trate-o de acordo com a faixa etária.
4- Só adapte os conteúdos curriculares depois de cuidadosa avaliação de uma equipe de apoio multiprofissional.
5- Avalie a criança pelo progresso individual e com base em seus talentos e suas habilidades naturais, sem compará-la com a turma.


Incluir significa oferecer educação de qualidade para todos